quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Capitulo 10


Capitulo 10 – Sorte ou Azar


25/09/2011 (Tempos atuais. Kevin e Ana)
Ana pega uma garrafa vazia e enche de gasolina. Kevin está apavorado. Imaginava o que a Ana iria fazer. Um zumbi tenta morder ela, mas Kevin o decapita.
- Tu ta com o teu isqueiro ai? – pergunta Ana, fechado a garrafa.
- Sim, por quê? – Pergunta Kevin.
- Eu preciso. – diz Ana
Os dois vão até um carro. Ana derrama toda a gasolina em cima do carro. Kevin ia dizer algo, mas Ana foi mais rápida.
- Vou fazer esse carro explodir, quando eu incendiar o carro, a gente se esconde bem longe e o mais rápido possível, os zumbis vão ser atraídos pelo barulho. – diz Ana.
- Isso pode atrair mais zumbis. – diz Kevin
- Tem idéia melhor? – diz Ana.
- Não, mas acho que o James teria. – diz Kevin
- Infelizmente ele não ta aqui. – diz ela seriamente.
Eles estão a uns dois metros de distancia do carro ensopado de gasolina. Ana atira o isqueiro acesso. Imediatamente eles correm, pelas contas de Ana, teriam minutos até o carro explodir e suas peças voarem para todos os lados.
- Ali Ana! – Grita Kevin, apontando para um contêiner dentro de um beco.
Kevin e Ana matam mais alguns zumbis no caminho, eram bastantes, mas estavam no controle, mas não por muito tempo. Quando Kevin fecha o container e na mesma hora eles escutam o barulho do carro explodindo, foi tão intenso, que mesmo de longe seus ouvidos doeram com o estrondo.
- Ana, temos que sair daqui e nos escondermos em outro lugar, antes que os zumbis fiquem por perto. – diz Kevin.
- Eu sei, vamos para a farmácia que fomos àquela vez. – diz Ana.
Os dois saem do container. Os zumbis estão se aproximando. A dupla não tinha muito tempo até os zumbis reconhecerem que são vivos. Ana como sempre, vai na frente, por ser mais rápida. Ela consegue atirar suas flechas em alguns mortos. Kevin nem precisou matar zumbis. Eles chegam em segurança à farmácia. Escondem-se atrás do balcão. A rua começa a se encher de zumbis a procura do barulho.
- Será que eles saíram da frente do banco? – sussurra Kevin.
- Se tivesse como a gente ver. – Diz Ana.
- Espera aqui, vou ver se consigo ver alguma coisa. – diz Kevin.
Kevin ia se levantar, mas Ana o puxa pela camisa, o impedindo.
- Espera um pouco, está querendo se suicidar? – pergunta ela, incrédula.
- Não, eu só quero ir ver se está seguro. Quero salvar o Diego e voltar para o prédio. – diz Kevin.
- Mas não parece, é a segunda vez que tu se atira numa missão suicida. – Diz Ana.
- Eu tenho os meus motivos. – diz ele.
- E o James? Vai deixar ele sozinho? – Pergunta Ana.
- Ele sabe se cuidar. – responde Kevin.
Ana não queria discutir sobre isso com Kevin, logo ali. Não tinham muito tempo.
- Fique sabendo, que a gente não vai conseguir voltar para o prédio tão cedo. – diz Ana.
- Eu imaginava. – diz Kevin
- E fique sabendo que eu acho que o James vai vir atrás de ti. – diz Ana.
- Duvido. – responde Kevin sorrindo sarcasticamente.
- Está escutando? – diz Ana.
- O que? – diz Kevin, curioso.
- Não estou escutando gemidos, nem passos se quer. – diz Ana.
- Vou lá verificar. – diz Kevin.
- Não morra. – diz Ana.
- Me da um grande motivo para eu não morrer. – Diz ele, a encarando.
- Pelo mesmo motivo que decidi te seguir. – Responde ela.
Kevin se levanta sorrateiramente e olha para a rua, os zumbis continuavam por perto, mas o numero tinha diminuído. Ele volta até Ana.
- No máximo, deve se ter uns trinta zumbis na frente do banco. O Diego foi esperto, se esconder num local onde é impossível de se entrar. – diz Kevin.
Ana ia falar alguma coisa. Mas eles escutam um barulho de alguma explosão, umas mil vezes mais intensas do que a do carro, uma que poderia estourar os tímpanos de alguém que estivesse mais perto. Kevin chega a se agachar no chão por causa do barulho. Ana está seria, Kevin a olha por um minuto e percebe uma mudança imediata, a Ana tranqüila e delicada, com suas afeições calmas iguais uma rosa, se tornaram duras e serias, como se algo tivesse possuído seu corpo por inteiro.
Ela se levanta, prepara seu arco.
- Isso é o suficiente para a gente conseguir invadir o banco. – diz Ana.
- Será que é seguro? – diz Kevin.
- Essa explosão deve ter chamado a atenção da metade de porto alegre se tu não percebeu, se quiser ficar ai, pode ficar e daí eu volto para o prédio. – diz Ana sem ao menos olhar para Kevin, levando com convicção o que tinha acabado de falar.
- Ok, vamos ao banco. – diz Kevin sem saber o que dizer.
Eles estão para sair da farmácia, mas são surpreendidos.
25/09/2011 (Tempos atuais. James, Miguel e Melissa)
James sentia o medo correndo por todas as partículas de seu corpo, mas faria a coisa certa. Pelo seu irmão.
- Então, vamos? – pergunta Miguel, que estava segurando duas armas.
- Antes, deixa eu pegar uma coisa. – diz James.
- Não temos tempo, meu bem. – diz Melissa.
James vai até um armário e debaixo dele há um vão. James puxa dali uma mochila. Miguel e Melissa estavam curiosos, mas preferiram não perguntar nada.
- Vamos então. – diz James.
Melissa abre a porta dos fundos. Os três saem do prédio, sem ao menos ter um plano. Estavam todos carregados. Viam corpos caídos, como se fossem pegadas de Kevin e Ana. Quando eles saem do beco, algo explode uma quadra deles, fazendo com que vários pedaços de metal voassem. Melissa corre de volta para o beco, Miguel se atira no chão. Foi uma fração de segundo, um pedaço de quinze centímetros de metal, voa em direção de James, sem dar tempo de ele pensar em algo. Aquele pedaço o atinge no ombro, entrando fundo em sua pele.
James cai no chão, à dor era imensa. Um zumbi cabeludo pula em cima dele e tenta o morder. Miguel da um tiro na cabeça dele.
- Temos que voltar para o prédio, rápido, antes que ele perca sangue de mais! – Grita Melissa.
- Levanta meu! – grita Miguel, para James.
James tinha duas opções, voltar para o prédio, ou ir atrás do irmão imaturo e irresponsável. Porem ele está ferido, e perdendo muito sangue. Mas ele tinha uma promessa a ser cumprida.
James se levanta, e sai correndo seguindo os corpos que estão caídos no chão com flechas no rosto. Não teria muito tempo, teria que encontrar o irmão.
- Que idiota! – grita Miguel.
- Vamos voltar Miguel. – diz Melissa, dando um tiro num zumbi.
- Melissa, eu vou atrás dele. Se tu quiser, me siga. – diz Miguel correndo na direção do James.
Melissa simplesmente amaldiçoou Miguel por isso, mas não iria voltar, pois preferia morrer do que se sentir sozinha.
James estava correndo, estava tonto, a dor era de se deixar qualquer um louco. Sua camisa que era branca, agora tinha uma tonalidade de sangue a cobrindo. Mais zumbis percebem sua presença. James não sabia quantos, mas são muitos. Ele pega sua arma, e atira-nos mais pertos. Errando a maioria. Três zumbis estão pertos dele, James consegue matar um deles. Uma tenta o atacar, James da um soco nela, a segunda o alcança. James pega sua foice, cortando o pescoço do segundo zumbi, desnorteando ele por instantes. O primeiro volta para ataca-lo, ele atira em sua cabeça. James volta a correr, a cada esquina mais zumbis se aproximam. Ele escuta tiros, sabia que deviam ser do Miguel ou da Melissa.
- Miguel, eu estou perdendo ele de vista, são muitos zumbis, acho que a gente vai morrer. – diz Melissa, que estava já chorando.
- Eu sei, mas vamos lutar. – diz Miguel, serio.
Os dois estão ficando sem munição e James está fora do seu campo de visão.
James não vê mais corpos no chão, estava tonto de mais, se sentia fraco e sem energia. Estava chorando, tentava manter forças para encontrar o irmão, mas já estava as perdendo. A rua começa a ficar cheia de zumbis. Eles estão correndo atrás de James. Tiros são escutados.
James perde a visão. Ele fica de joelhos, até não conseguir mais manter-se em pé, ele desmaia.
Uma explosão estrondosa é ouvida pelos três, essa explosão fez James acordar. Ele se levanta bem na hora de uma bela mordida para receber, ele da um tiro no zumbi. Alguns zumbis viram a esquina à procura do barulho, graças esse barulho ele acorda e continua a correr, mas os zumbis continuam a sua procura. Ao total de quinze, uns cinco mal conseguem correr pois estão debilitados demais.
James acerta cinco tiros imediatos, suas balas acabaram. Tinha mais dez para matar. Ele pega a sua foice e vai a luta.
- Por você seu filho da mãe. – Diz James, fracamente.
Tiros são passados por James, acertando alguns zumbis.
- James, o que tu ta fazendo, o que? O que aconteceu contigo? – Pergunta Kevin atrás do irmão.
- Seu idiota. – Diz James, desmaiando.
- Kevin, ele perdeu sangue de mais. – Grita Ana, dando flechadas nós zumbis.
Passos são escutados, Ana se vira apontando seu arco para o barulho. Sua flecha mira bem entre os olhos de Melissa.
- Oi. – Diz Melissa com medo.
- Abaixa isso guria. – Diz Miguel, serio.
- Ele perdeu muito sangue. – Diz Ana.
- A gente sabe. – diz Miguel, dando um tiro num zumbi.
Kevin segura o irmão nos braços, seus olhos estão escorrendo lagrimas.
- É minha culpa. – diz Kevin.
- Ele ainda não morreu. – diz Melissa.
- Vamos voltar para o prédio. – Diz Miguel.
- É tarde de mais para isso, temos que continuar, agora! – Grita Ana.
Mais zumbis estavam se aproximando. Kevin corre em direção ao banco.
- Miguel, me cobre. Eu vou salvar ele! – Grita Kevin.
O grupo todo está seguindo Kevin, todos estão o cobrindo. Os zumbis estão chegando cada vez mais perto, logo estariam encurralados. Kevin está na porta do banco que está trancada. Kevin começa a chutar loucamente.
- Diego! – Grita Kevin. – Socorro, sou eu o Kevin Gaspar. Por favor, abre a porta. O James está machucado, ele vai morrer!
Kevin espera mais uns minutos e nada. Ninguém abre a porta.
- Porra, estão vindo! – Grita Melissa.
- Adeus Melissa, obrigado por tudo. – Diz Miguel sarcasticamente.
- Vocês são dramáticos de mais. – diz Ana seriamente.
Kevin está parado na frente do banco, segurando seu irmão, que esta com um pedaço de metal cravado no ombro, perdendo sangue até a beira da morte. E nada de esperança. Até que a porta se abre, Kevin sente um alivio. Mas quem abre a porta não é o Diego. E sim, um homem loiro.
- Eles estão aqui dentro. – diz o homem loiro, segurando sua arma e um molho de chaves.
- Cadê o Diego? – pergunta Kevin.
- Ele ta vindo. – Responde o homem.
Atrás do homem sai uma adolescente asiática correndo.
- Leonardo, pegou a chave? – pergunta à adolescente.
- Sim, cadê o resto? – Pergunta Leonardo.
-Estavam atrás de mim. – diz a adolescente.
- Esta muito bom o papo, mas temos que dar o fora daqui! – Grita Miguel.
- Quem são eles? – Pergunta à adolescente.
- Acho que são amigos do Diego. Se eles não vierem eu vou sozinho. – diz Leonardo.
- Vocês tem um plano? – Pergunta Ana.
- Fujam, são muitos! – Grita uma mulher negra saindo da porta, segurando uma criança nos braços.
Quando eles olham para dentro do banco, vários zumbis estão atrás de Diego e de um garoto. Diego sai do banco, ele mal conseguiu dizer oi para os outros.
- Vamos voltar para o caminhão! – Grita Diego.
- A gente vai junto. – Diz Kevin.
- Ta. É bom te ver, mas não temos tempo. – Diz Diego.
- Finalmente, estávamos ficando encurralados. – diz Melissa
O grupo sai correndo para o caminhão em que o grupo de Diego se encontrava.
- Leonardo, tu dirige! – grita Diego.
- Não quero. – diz ele.
- Leonardo! – Grita à adolescente.
- Ele ta chapado. – diz a mulher negra.
- Eu dirijo então. – diz Miguel.
Diego não confia muito em Miguel, mas pega as chaves da mão de Leonardo e as joga para Miguel.
- Para onde a gente vai? – Pergunta Miguel.
- Para qualquer lugar longe desses zumbis. Jana, atrás de ti. – Grita Diego para a adolescente.
Melissa da dois tiros na cabeça dos dois zumbis que estavam prestes a mordê-la.
Miguel entra no caminhão. O resto do grupo entra dentro do bagageiro. O caminhão começa a andar. Diego escala até em cima do bagageiro se prendendo numa corda que está presa no topo do bagageiro e começa a atira em alguns zumbis. Melissa está ao lado de Miguel atirando em alguns zumbis que estão à vista.
Dentro do bagageiro, Kevin bota James no chão.
- Por favor, alguém me ajuda, meu irmão. Ele perdeu sangue de mais. – diz Kevin chorando.
- Sai da frente, eu posso ajudar. – diz a mulher negra.
- Obrigado. Tu é medica? – Pergunta Kevin.
- Há muito tempo atrás. – Ela responde. – Jana, me trás o kit de primeiros socorros.
Jana pega uma mochila e joga para a mulher negra.
- Paga ai Marta. – Diz Jana.
- Ele foi mordido? – pergunta o garoto que estava com Diego.
- Não, ele só está ferido, igual eu. – diz à garota que estava com Marta.
- Ta doendo a tua perna Tatiane? – pergunta Jana.
- Um pouco. – Responde Tatiane.
Marta retira o pedaço de metal que estava cravado em James. Mais sangue começa a sair de James.
- Garoto, prefiro que tu não fique perto, não tenho os aparelhos certos para tudo isso, mas vou fazer o possível. Ele perdeu sangue de mais, não sei se ele vai ficar bem, mas se tu quer ajudar, não fique perto. – Diz Marta.
Kevin se afasta do James. Ele não sabe o que fazer. Foi à primeira em muitas vezes que ele se sentia mal por alguma de suas loucuras, e essa poderia causar a vida de seu irmão.
Ana se senta ao lado de Kevin.
- Ele vai ficar bem. – diz Ana, voltando ao normal.
- Não sei não.- Diz Kevin. – Sou um irmão ruim, ele sempre me cuidou, sempre me ajudou e nos manteve vivos e eu nunca dei valor para isso! E agora ele vai morrer.
- Não quero me intrometer na conversa de vocês. – Leonardo começa a dizer.- Mas confie na Marta, ela sempre nos ajuda.
- Vindo de um drogado igual você, posso até duvidar. – Responde Kevin.
- Coisa boa, mais crianças no grupo. – Diz Leonardo rindo alto.
- Jana, será que tem muitos zumbis lá fora? – Pergunta o menino.
- Não sei Eduardo. – Jana responde.
- Mas para onde a gente ta indo? – Pergunta Tatiane.
- Calem a boca crianças, as vozes de vocês me irritam. – Diz Leonardo.
- Manda eu cala a boca também seu chapado. – diz Kevin o ameaçando.
- Kevin, para! Aqui não, teu irmão está mal e tu já vai arranjar briga?! – diz Ana.
O caminhão para. Todos ficam em silencio. Melissa entra dentro do bagageiro.
- Despistamos, temos que correr daqui, antes que os zumbis voltem. – diz ela.
- Alguém me ajuda a carregar o James? Acho que esse é o nome dele... – diz Marta.
Kevin se levanta, seu irmão não estava mais sangrando, mas está mais pálido do que um papel, sua boca está numa tonalidade roxa, sua respiração está fraca e lenta.
- Eu o levo, cuida das crianças. A Ana te ajuda. – diz Kevin botando os irmão nas costas.
O grupo sai do caminhão, aparentemente a rua estava calma, muitos corpos estavam no chão, uns seis zumbis estão à vista, eles avistam o grupo e tentam atacar. Melissa mata o primeiro. Miguel atira duas facas eliminando mais dois. Uma tenta atacar Miguel, mas Diego o pega por trás e quebra seu pescoço. Miguel agradece com um sorriso. Leonardo é atacado por um zumbi e acaba soltando um grito, mas se recupera e da um soco no zumbi forte. Ana da uma flechada na cabeça do zumbi, passando de raspão em Leonardo.
- Quase que ele me morde e quase que tu me acerta, hein ruiva? – Diz Leonardo.
O ultimo zumbi Melissa mata.
- Para onde a gente tá indo? Mais zumbis vão aparecer daqui a pouco. – Diz Jana.
- Jana, não tem lugar mais seguro do que um quartel. – Diz Diego, apontando para o quartel general logo em sua frente.
- Boa idéia. – diz Miguel.
- Vamos então. – Diz Ana.
Chegando na frente do quartel general, não se encontra nenhum zumbi, só vários corpos realmente mortos. O quartel tem muros altos e sua porta tem um código para se digitar.
- Agora ferrou. – Diz Leonardo.
- Como a gente vai entrar? – diz Marta.
- Não quero ficar aqui na rua tia Marta. – Diz Eduardo, que está de mãos dadas com Tatiane.
- Que grupo de burros. – diz James, acordando.
- Seu idiota, não tente morrer de novo. – diz Kevin, chorando.
- Tem uma corda com um gancho na minha mochila, vocês podem tentar escalar nela. – James diz, roucamente.
Miguel abre a mochila de James, alem de comida e água, eles acham a corda e o gancho. Ele pega e entrega para o Diego.
- Por que está dando isso para mim? – pergunta Diego.
- Tu parece ser o líder do grupo. Se tu atirar no topo do muro a gente pode escalar. – diz Miguel.
- Não sou o líder, mas posso tentar. – diz Diego.
Diego tenta diversas vezes fazer com que o gancho se prenda no topo do muro. Mas sem chance.
Ana atira uma flecha em uma zumbi. Melissa e Jana atacam alguns zumbis que estão por perto.
- Estou sem flechas. – diz Ana.
- Deixar que eu tento. – diz Miguel, para Diego.
Miguel olha bem para o muro, se distancia uns dois metros. Ele atira a corda com o gancho. E ela fica presa.
- Boa mira. – diz Diego.
- Quem vai primeiro? – pergunta Marta.
- Pode deixar que eu vou. – Diz Diego.
Diego se segura na corda e começa a escalar o muro, quase igual se vê na TV. Ele chega em cima do muro e olha rápido.
- Tem dois zumbis, eu vou lá em baixo matar eles e quando eu jogar a corda de volta, é porque ta seguro e vocês podem vir! – grita Diego.
Ele puxa a corda para o outro lado e a joga, ele desce. Depois de meio minuto a corda volta para o lado do grupo. Melissa foi à próxima, ela foi tão rápido que o grupo mal percebeu que ela tinha passado para o outro lado. Tatiane foi logo em seguida, ela ficou com medo da altura, mas Eduardo a encorajou.
- Se tu for para o outro lado, eu juro que me caso contigo. – diz Eduardo.
Tatiane fica vermelha e vai para o outro lado do muro.
- Tu não é muito novo para namorar, hein garoto? – diz Ana.
- Eu tenho doze anos, sou um pré-adolescente. – Responde Eduardo, subindo na corda.
- Ou um pré-aborrecente. – Diz Leonardo subindo em seguida.
- Vou ir agora, tenho que ficar de olho nas crianças. – diz Marta.
- Pode ir Kevin. – diz Ana.
- Vou por ultimo, vou ter certa dificuldade para subir na corda com o James, que já esta dormindo de novo. – diz Kevin.
- Cavalheirismo, quem diria para um Gaspar. – Diz Ana, subindo na corda.
Kevin acorda o irmão. James abre os olhos.
- O que é seu idiota? – diz James que tosse duas vezes.
- Se pendura bem forte no meu pescoço, a gente vai subir agora. – Diz Kevin.
- Se tu me deixar cair, eu não vou te perdoar. – diz James.
Kevin escala a corda com certa dificuldade por causa do peso extra, ele chega até o topo, do outro lado está uma espécie de casa, mas com um ar assombroso. Um pátio enorme com dois corpos mortos. Kevin vai para o outro lado e se junta ao novo grupo.

8 comentários:

  1. Simplismente FODA!
    Quanta criatividade mano!

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  2. Muitoo booom (Sou o João Do Facebook)

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  3. Bom episódio. agora o bicho vai pegar! (eu juro que leio isso sempre no tom da musica do tropa de elite... hahahhaha)
    Oliver, te mandei por email algumas paradas. abrass o/

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  4. que tal uma parceria??
    http://zumbi82.blogspot.com.br/

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    1. perceito, só me mandar um email com o link do blog e o banner :) Abraço
      email: gemeosdamorte@gmail.com

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  5. eu também escrevo fics de zumbis, eles são os meus temas favoritos....

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    1. Não existe nada melhor do que historias de zumbis...

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